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Marketing e Propaganda no Complexo do Alemão


Extraído do O Globo - Ancelmo Gois
GOIS DE PAPEL

A foto de hoje




A criatividade do brasileiro é inesgotável — que o diga Fred, o jogador do Fluminense, craque, a exemplo de Romário nos velhos tempos, na arte de encontrar um espaço vazio na área do adversário. Veja como alguns moradores do Complexo do Alemão descobriram uma maneira nova de ganhar uns trocados. Usam o teto de suas casas como outdoor para chamar a atenção, lá no alto, dos dez mil passageiros diários do teleférico do lugar
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Marketing e Propaganda no Complexo do Alemão


Extraído do O Globo - Ancelmo Gois
GOIS DE PAPEL

A foto de hoje




A criatividade do brasileiro é inesgotável — que o diga Fred, o jogador do Fluminense, craque, a exemplo de Romário nos velhos tempos, na arte de encontrar um espaço vazio na área do adversário. Veja como alguns moradores do Complexo do Alemão descobriram uma maneira nova de ganhar uns trocados. Usam o teto de suas casas como outdoor para chamar a atenção, lá no alto, dos dez mil passageiros diários do teleférico do lugar
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Wise Up brasileira rumo ao mercado chinês


Extraído da Veja

Brasileiro leva rede de escolas da periferia para o mundo

Criado no subúrbio do Rio, Flávio Augusto fundou o Grupo Ometz no início dos anos 90. Hoje, tem escolas em quatro países e se prepara para chegar à China

Raquel Grisotto
Flávio Augusto, dono do grupo Ometz, que inclui a rede de idiomas Wise Up
Flávio Augusto, dono do grupo Ometz, que inclui a rede de idiomas Wise Up (Gabriel Rinaldi)
Ainda faltam dois meses para que a primeira escola Wise Up da China abra suas portas. Mas o empreendedor Flavio Augusto, de 40 anos, já está contando os dias para a inauguração em Pequim, prevista para 15 de novembro. Augusto é dono do Grupo Ometz (veja números da empresa), que deve faturar 155,5 milhões de reais neste ano com as marcas Wise Up, You Move e Go Getter – todas especializadas no ensino do inglês. “A meta, na China, é chegar a 2 000 escolas em cinco anos”, diz Augusto, que conta com a ajuda de um parceiro local para vender as franquias no país. “Será um grande avanço na minha trajetória”, comemora.
Fincar a bandeira de seu negócio no outro lado do mundo representará uma conquista e tanto ao empreendedor que começou vendendo cursos de inglês em uma pequena escola do centro do Rio de Janeiro, aos 19 anos. “Queira casar e precisava juntar algum dinheiro”, recorda o empresário. Filho de militar e de uma professora de escola pública, Augusto foi criado em Jabour, na periferia carioca. Para poder trabalhar, trancou a faculdade de ciência da computação meses depois de iniciar o curso. Em 1995, quando chegou aos 23 anos, decidiu abrir a própria escola, usando dinheiro do cheque especial. “Foi uma loucura”, diz ele. “Mas acabou dando certo.” Em um mês, Augusto já tinha conquistado muitos alunos.
A experiência adquirida como vendedor havia permitido a Augusto entender qual a melhor maneira de atrair clientes para sua escola – e isso tem mostrado fundamental para expansão do grupo até agora. “Aprender inglês é chato”, admite. “As pessoas só se convencem da importância do curso quando mostramos a ela o impacto positivo que isso pode ter em suas vidas.” 
Nicho de mercado – Desde o início, enquanto os concorrentes faziam ações direcionadas a crianças e adolescentes, a Wise Up mirou em outra direção: o profissional adulto. A escolha se mostrou certeira. “Em vez de prometer fluência com aulas que podem se estender por quase uma década, vendemos um curso de 18 meses para quem quer aprender a se comunicar rapidamente”, explica Augusto. 
números do Grupo Ometz
Amparada por uma estratégia de marketing agressiva – que inclui ações de telemarketing e campanhas publicitárias com atores famosos –, a empresa deslanchou.  Hoje, são quase 500 unidades no Brasil e escolas na Argentina, Colômbia e Estados Unidos – onde o foco é ensinar inglês à comunidade latina residente no país. “Atrelar o produto à perspectiva de emprego e de promoções na carreira foi uma estratégia muito acertada”, avalia José Carlos Semenzato, dono da SMZTO, empresa que investe em negócios com potencial de crescer por meio de franquias. “Por muito tempo, esse também foi meu argumento de vendas – dizer aos alunos que a vida deles poderia melhorar se aprendessem o que eu estava ensinado”, resume o especialista. Semenzato é fundador da Microlins, rede de ensino de informática vendida em 2010 ao Grupo Multi (controlador das marcas Wizard e Skill). 
Expansão dos negócios – Os últimos anos têm sido particularmente positivos para os negócios de Augusto. “O avanço da economia e o aumento do poder aquisitivo da população motivam as pessoas a estudar”, afirma. Para aproveitar todas as oportunidades, o empresário lançou duas novas marcas: a You Move, destinada a atender a Classe C, e a Go Getter, que ensina inglês “in company” (dentro de empresas) e que tem como clientes a Toyota e a Warner Bros. 
No Brasil, pouco mais de 5% da população fala inglês, segundo levantamento do British Council, órgão do governo britânico. Em nível global, estima-se que, nos próximos anos, perto de 2 bilhões de pessoas estudem inglês. “Nossas perspectivas são excelentes”, comemora Augusto. 
Hoje, seu principal desafio tem sido afastar-se aos poucos do dia a dia das escolas. Ele ainda comanda toda a estratégia de crescimento do grupo, mas vem dando cada vez mais autonomia a seus executivos. “Preciso descentralizar o comando para deixar a empresa cada vez mais preparada para expansão”, diz Augusto. Trata-se de uma tarefa difícil para empreendedores. Por isso mesmo, Augusto mudou-se  em 2009 com os filhos e a mulher – a mesma que o motivou a vender os cursos na juventude – para Orlando, nos Estados Unidos. “Dessa forma, consigo deixar os executivos mais à vontade para cuidar de suas funções”, diz. 
Atualmente, ele também dedica uma hora diária para produzir textos, vídeos e artigos sobre empreendedorismo e motivação. Tem mais de mais de 500 000 seguidores nas redes sociais. “Vim da periferia e comecei do zero”, diz Augusto. “Sei da importância desse tipo de incentivo para as pessoas.” 
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Wise Up brasileira rumo ao mercado chinês


Extraído da Veja

Brasileiro leva rede de escolas da periferia para o mundo

Criado no subúrbio do Rio, Flávio Augusto fundou o Grupo Ometz no início dos anos 90. Hoje, tem escolas em quatro países e se prepara para chegar à China

Raquel Grisotto
Flávio Augusto, dono do grupo Ometz, que inclui a rede de idiomas Wise Up
Flávio Augusto, dono do grupo Ometz, que inclui a rede de idiomas Wise Up (Gabriel Rinaldi)
Ainda faltam dois meses para que a primeira escola Wise Up da China abra suas portas. Mas o empreendedor Flavio Augusto, de 40 anos, já está contando os dias para a inauguração em Pequim, prevista para 15 de novembro. Augusto é dono do Grupo Ometz (veja números da empresa), que deve faturar 155,5 milhões de reais neste ano com as marcas Wise Up, You Move e Go Getter – todas especializadas no ensino do inglês. “A meta, na China, é chegar a 2 000 escolas em cinco anos”, diz Augusto, que conta com a ajuda de um parceiro local para vender as franquias no país. “Será um grande avanço na minha trajetória”, comemora.
Fincar a bandeira de seu negócio no outro lado do mundo representará uma conquista e tanto ao empreendedor que começou vendendo cursos de inglês em uma pequena escola do centro do Rio de Janeiro, aos 19 anos. “Queira casar e precisava juntar algum dinheiro”, recorda o empresário. Filho de militar e de uma professora de escola pública, Augusto foi criado em Jabour, na periferia carioca. Para poder trabalhar, trancou a faculdade de ciência da computação meses depois de iniciar o curso. Em 1995, quando chegou aos 23 anos, decidiu abrir a própria escola, usando dinheiro do cheque especial. “Foi uma loucura”, diz ele. “Mas acabou dando certo.” Em um mês, Augusto já tinha conquistado muitos alunos.
A experiência adquirida como vendedor havia permitido a Augusto entender qual a melhor maneira de atrair clientes para sua escola – e isso tem mostrado fundamental para expansão do grupo até agora. “Aprender inglês é chato”, admite. “As pessoas só se convencem da importância do curso quando mostramos a ela o impacto positivo que isso pode ter em suas vidas.” 
Nicho de mercado – Desde o início, enquanto os concorrentes faziam ações direcionadas a crianças e adolescentes, a Wise Up mirou em outra direção: o profissional adulto. A escolha se mostrou certeira. “Em vez de prometer fluência com aulas que podem se estender por quase uma década, vendemos um curso de 18 meses para quem quer aprender a se comunicar rapidamente”, explica Augusto. 
números do Grupo Ometz
Amparada por uma estratégia de marketing agressiva – que inclui ações de telemarketing e campanhas publicitárias com atores famosos –, a empresa deslanchou.  Hoje, são quase 500 unidades no Brasil e escolas na Argentina, Colômbia e Estados Unidos – onde o foco é ensinar inglês à comunidade latina residente no país. “Atrelar o produto à perspectiva de emprego e de promoções na carreira foi uma estratégia muito acertada”, avalia José Carlos Semenzato, dono da SMZTO, empresa que investe em negócios com potencial de crescer por meio de franquias. “Por muito tempo, esse também foi meu argumento de vendas – dizer aos alunos que a vida deles poderia melhorar se aprendessem o que eu estava ensinado”, resume o especialista. Semenzato é fundador da Microlins, rede de ensino de informática vendida em 2010 ao Grupo Multi (controlador das marcas Wizard e Skill). 
Expansão dos negócios – Os últimos anos têm sido particularmente positivos para os negócios de Augusto. “O avanço da economia e o aumento do poder aquisitivo da população motivam as pessoas a estudar”, afirma. Para aproveitar todas as oportunidades, o empresário lançou duas novas marcas: a You Move, destinada a atender a Classe C, e a Go Getter, que ensina inglês “in company” (dentro de empresas) e que tem como clientes a Toyota e a Warner Bros. 
No Brasil, pouco mais de 5% da população fala inglês, segundo levantamento do British Council, órgão do governo britânico. Em nível global, estima-se que, nos próximos anos, perto de 2 bilhões de pessoas estudem inglês. “Nossas perspectivas são excelentes”, comemora Augusto. 
Hoje, seu principal desafio tem sido afastar-se aos poucos do dia a dia das escolas. Ele ainda comanda toda a estratégia de crescimento do grupo, mas vem dando cada vez mais autonomia a seus executivos. “Preciso descentralizar o comando para deixar a empresa cada vez mais preparada para expansão”, diz Augusto. Trata-se de uma tarefa difícil para empreendedores. Por isso mesmo, Augusto mudou-se  em 2009 com os filhos e a mulher – a mesma que o motivou a vender os cursos na juventude – para Orlando, nos Estados Unidos. “Dessa forma, consigo deixar os executivos mais à vontade para cuidar de suas funções”, diz. 
Atualmente, ele também dedica uma hora diária para produzir textos, vídeos e artigos sobre empreendedorismo e motivação. Tem mais de mais de 500 000 seguidores nas redes sociais. “Vim da periferia e comecei do zero”, diz Augusto. “Sei da importância desse tipo de incentivo para as pessoas.” 
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Seu Madruga Brasileiro

Extraído do EXTRA

Seu Madruga é atração em Ilha Grande

Seu Madruga de Ilha Grande sonha trabalhar na televisão Foto: Rafael de Oliveira Perrone / Divulgação
Naiara Andrade

Que Acapulco, que nada! Seu Madruga descansa as canelinhas magras é no litoral da Costa Verde fluminense, logo ali, em Ilha Grande... Mas nem à beira-mar, bem longe da preocupação com os 14 meses de aluguel devidos ao Seu Barriga, o senhorzinho de feições tristes troca o figurino clássico por um visual colorido e fresquinho.
De dia, ele é facilmente encontrado pelas ruas da conhecida Vila do Abraão, fumando, pacato, seu cigarrinho. À noite, costuma mostrar seus dotes musicais ao triângulo nas rodas de forró com amigos. Para quem nunca demonstrou muito interesse pelo trabalho, Seu Madruga parece estar levando a vida que pediu a Deus...
— Que nada, moça! Só me divirto nas horas vagas. Sou servente, faço serviço geral. Pego em enxada, foice, machado, vassoura, pincel... o que me mandarem! Não fujo de trabalho, não. Sou miúdo assim, mas tenho força — intervém Ivan Pereira do Nascimento, de 58 anos, mais conhecido como o Seu Madruga de Ilha Grande.
Sósia do querido personagem do seriado “Chaves”, Seu Ivan faz a alegria da legião de fãs saudosos do ator mexicano Ramón Goméz Valdés y Castillo, que morreu aos 64 anos, em 1988.

Compare: o Seu Madruga de Ilha Grande imita o original, do Chaves
Compare: o Seu Madruga de Ilha Grande imita o original, do Chaves

— Gosto de fazer as pessoas sorrirem, é o que me deixa mais satisfeito. Sabe, moça, sempre quis ser palhaço. Como Seu Madruga, percebi que consigo colocar esse meu lado pra fora. Brinco, tiro foto, dou até autógrafo... Todo palhaço é assim.

Semelhança revelada no carnaval
A espantosa semelhança física com o personagem famoso, conta Ivan, só veio à tona há seis anos, durante um carnaval na Ilha Grande. Alguém notou que ele, fazendo uma careta, lembrava a carrancuda figura da televisão e lhe colocou o apelido. Logo depois, uma prima o presenteou com o chapéu característico. Desde então, o nativo começou a se vestir exatamente como seu “muso inspirador”.
— Só tenho roupa assim: camiseta escura, calça jeans, tênis branco ou, quando estou mais esporte, uma sandalinha de dedo — conta Ivan, que se diverte com comparações e assume: — Acho mesmo que lembro o Madruga. O modo de andar, as costeletas,
o bigode, as brincadeiras... Quando dá, eu vejo o programa para imitar melhor.
Pai de um casal de filhos de 25 e 23 anos, Ivan conta que a moça fica “vexada”, temendo ser chamada de Chiquinha por aí. Mas leva as coincidências na brincadeira...
— Minha filha é figurante da Globo, mas nunca quis me levar lá. Disse que o meu tempo ainda vai chegar... Quem sabe o pessoal do “Pânico” não me descobre aqui e me leva para a TV? A esperança é a última que morre! — sugere Ivan, sinalizando o desejo com um senão: — Só não ando de avião de jeito nenhum! Tenho o maior medo. Chego até o sucesso de barco, de carro, de bicicleta, de lambreta, de qualquer outro jeito, mas eu chego.
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Seu Madruga Brasileiro

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Seu Madruga é atração em Ilha Grande

Seu Madruga de Ilha Grande sonha trabalhar na televisão Foto: Rafael de Oliveira Perrone / Divulgação
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Que Acapulco, que nada! Seu Madruga descansa as canelinhas magras é no litoral da Costa Verde fluminense, logo ali, em Ilha Grande... Mas nem à beira-mar, bem longe da preocupação com os 14 meses de aluguel devidos ao Seu Barriga, o senhorzinho de feições tristes troca o figurino clássico por um visual colorido e fresquinho.
De dia, ele é facilmente encontrado pelas ruas da conhecida Vila do Abraão, fumando, pacato, seu cigarrinho. À noite, costuma mostrar seus dotes musicais ao triângulo nas rodas de forró com amigos. Para quem nunca demonstrou muito interesse pelo trabalho, Seu Madruga parece estar levando a vida que pediu a Deus...
— Que nada, moça! Só me divirto nas horas vagas. Sou servente, faço serviço geral. Pego em enxada, foice, machado, vassoura, pincel... o que me mandarem! Não fujo de trabalho, não. Sou miúdo assim, mas tenho força — intervém Ivan Pereira do Nascimento, de 58 anos, mais conhecido como o Seu Madruga de Ilha Grande.
Sósia do querido personagem do seriado “Chaves”, Seu Ivan faz a alegria da legião de fãs saudosos do ator mexicano Ramón Goméz Valdés y Castillo, que morreu aos 64 anos, em 1988.

Compare: o Seu Madruga de Ilha Grande imita o original, do Chaves
Compare: o Seu Madruga de Ilha Grande imita o original, do Chaves

— Gosto de fazer as pessoas sorrirem, é o que me deixa mais satisfeito. Sabe, moça, sempre quis ser palhaço. Como Seu Madruga, percebi que consigo colocar esse meu lado pra fora. Brinco, tiro foto, dou até autógrafo... Todo palhaço é assim.

Semelhança revelada no carnaval
A espantosa semelhança física com o personagem famoso, conta Ivan, só veio à tona há seis anos, durante um carnaval na Ilha Grande. Alguém notou que ele, fazendo uma careta, lembrava a carrancuda figura da televisão e lhe colocou o apelido. Logo depois, uma prima o presenteou com o chapéu característico. Desde então, o nativo começou a se vestir exatamente como seu “muso inspirador”.
— Só tenho roupa assim: camiseta escura, calça jeans, tênis branco ou, quando estou mais esporte, uma sandalinha de dedo — conta Ivan, que se diverte com comparações e assume: — Acho mesmo que lembro o Madruga. O modo de andar, as costeletas,
o bigode, as brincadeiras... Quando dá, eu vejo o programa para imitar melhor.
Pai de um casal de filhos de 25 e 23 anos, Ivan conta que a moça fica “vexada”, temendo ser chamada de Chiquinha por aí. Mas leva as coincidências na brincadeira...
— Minha filha é figurante da Globo, mas nunca quis me levar lá. Disse que o meu tempo ainda vai chegar... Quem sabe o pessoal do “Pânico” não me descobre aqui e me leva para a TV? A esperança é a última que morre! — sugere Ivan, sinalizando o desejo com um senão: — Só não ando de avião de jeito nenhum! Tenho o maior medo. Chego até o sucesso de barco, de carro, de bicicleta, de lambreta, de qualquer outro jeito, mas eu chego.
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